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Manda-chuva manda mesmo?

 

Há livros que defendem apenas a forma mandachuva (sem hífen). Veja, no entanto, bons dicionários como o Aurélio e o Houaiss. Manda-chuva também aparece -- e tem a preferência. Com ou sem hífen, o importante é "mandar"!

 


Abraço à simpática equipe da
Editora M.Books -- especialmente para
a produtora editorial Salete.



 Escrito por Glauco Damas às 01h09
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As inscrições são "gratuítas"?

QUANDO os profissionais da televisão e do rádio vão aprender que a pronúncia de gratuito é "gratúito"? Ano após ano, vemos (ou melhor, ouvimos) o erro em propagandas, novelas, jornais, narrações de jogos... O erro é freqüente até em comerciais de ESCOLAS. Como sempre digo, é natural errar, todos estamos sujeitos a isso, a vida é um constante aprendizado; o problema é continuar errando, mesmo depois de tantos alertas. Um diretor de escola, por exemplo, pode dizer o seguinte a uma agência de propaganda: "Na última vez vocês erraram a pronúncia. Tudo bem, acontece. Não errem de novo, por favor". Da mesma forma, um diretor de Redação pode gentilmente chamar a atenção de um repórter ou apresentador. Mas não, lá vão eles com a pronúncia "gratuíto"!

Prestem atenção e não errem mais.

Não existem inscrições "gratuítas" [pronúncia]. Existem, sim, as inscrições "gratúitas" [pronúncia].

Nota -- Ilton, este assunto foi antecipado graças à sua sugestão.  Realmente, o erro é muito comum!



 Escrito por Glauco Damas às 17h49
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Suicídio!

Alguém pediu uma mensagem sobre suicídio. Antes que a pessoa (quem foi mesmo?) se suicide por impaciência (), vou comentar...

No português contemporâneo, não há problema (redundância) no uso de suicidar-se. Fique tranqüilo. É como usar antídoto contra -- forma tranqüilamente aceita.



 Escrito por Glauco Damas às 22h55
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Fim da paquera?

Você está em uma festa paquerando aquela pessoa FANTÁSTICA. A pessoa se aproxima e diz: "Com licência". Decepção no ar? O encanto acaba?

Dê a sua opinião pelo sistema de comentários do blog.



 Escrito por Glauco Damas às 20h12
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"O mesmo" é o mesmo que o quê?

O erro é comum. Muito comum. Muitissississississíssimo comum (como diria o Chaves -- aquele do programa do SBT).

Em português, mesmo não serve como pronome pessoal. Não pode ser usado no lugar de "ele", "ela", "eles", "dele", etc.

Procurei D. Gervalina, e com a mesma
discuti o rumo da economia brasileira.

Errado. "A mesma" não pode ser referência a D. Gervalina. Agora veja:

Procurei D. Gervalina, e com ela
discuti o rumo da economia brasileira.

É uma opção. Outros exemplos, já com formas corretas em seguida:

Abri o livro e no mesmo vi uma curiosa nota de rodapé. [Não]
Abri o livro e nele vi uma curiosa nota de rodapé. [Sim]

O autor esteve na Bienal do Livro, e o mesmo
autografou vários exemplares de seu novo romance. [Não]
O autor esteve na Bienal do Livro e autografou
vários exemplares de seu novo romance. [Só isso!]

As testemunhas confirmaram a traição do marido,
mas depois não quiseram falar sobre a mesma. [Não]
As testemunhas confirmaram a traição do marido,
mas depois não quiseram falar sobre o assunto. [Uma sugestão.]

O erro parece ser mais comum entre profissionais do Direito. Atenção especial, todos vocês que são da área. Vejam, por exemplo, descrições de crimes. É de no mínimo 99% a chance de você ver algo assim: "O acusado furtou um revólver, e dias depois usou o mesmo em um assalto...".

Li uma vez que isso é aceito no português moderno. Eu discordo -- ou, como diria a Mãe Diná, eu "disconcordo".

"Mesmo" pode ser tranqüilamente usado quando equivale a "a mesma coisa":

Comprei dez livros ontem, e minha mãe fez o mesmo.
(No caso, a mãe fez a mesma coisa.)



 Escrito por Glauco Damas às 00h17
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Buuuuuuuuuuuu!

 

Lembre-se: o verdadeiro bom texto é o fácil, simples, objetivo.
Escrever "difícil" não significa necessariamente produzir um
bom texto. Procure se aperfeiçoar na difícil arte de
escrever fácil
. Assim pede o português de hoje.


"Feliz daquele que ensina o que aprende, e
que aprende o que ensina." - Cora Coralina



 Escrito por Glauco Damas às 18h26
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Foi publicado no Globo?

OK, Celebridade acabou, já sabemos quem matou o danado do Lineu, o Brasil volta a funcionar. Você já visitou o site do Globo para saber como foi a audiência do último capítulo? Visitou??? Então devem ter clonado o site do famoso jornal! BUEMBA! (Como diria o engraçadíssimo José Simão.)

Quando o nome da publicação tem artigo no início, o artigo não pode ser descartado. O nome do jornal é O Globo, certo? Escreva todo o nome, sempre.

Eu já havia programado este assunto. Decidi adiantá-lo porque acabo de ver o erro em um texto publicado na Internet:

A TV Globo e O Globo jamais
contrataram os serviços da Proconsult.

Mas... colocar OUTRO o antes do nome do jornal??? Sim.

A TV Globo e o O Globo jamais
contrataram os serviços da Proconsult.

No livro Meu Filho, Minha Escolha, aparece mais ou menos isto: "...pegou o O Evangelho Segundo o Espiritismo e abriu na página...". O outro o antes do título não seria um excesso?

Não. Qual o título? O Evangelho Segundo o Espiritismo. Você não pode "alterá-lo".

Portanto:

Sou assinante do O Estado de São Paulo.
Leio o O Evangelho Segundo o Espiritismo.
Gosto de ler o O Globo todos os dias.
Ele é colunista do O Globo.

Errado: dO Globo, nO Estadão, pelO Globo, etc. Também não faça isto: d'O Globo, n'O Estadão, etc.



 Escrito por Glauco Damas às 23h22
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MandaTo? MandaDo?

Semana passada, na novela Celebridade (ansiedade para ver hoje o último capítulo?), uma personagem disse "mandato" no lugar de "mandado". No Direito (mais uma para os advogados!), existem os mandados: mandado de segurança, mandado de injunção, mandado judicial...

Mandato (que também é assunto no Direito) é palavra comum principalmente quando falamos de políticos. Nosso prisidenti, por exemplo, está cumprindo um mandato, e talvez queira mais um por meio de uma reeleição. ()

Em tempo -- Eu sei que você não tem um pingo de interesse em saber quem matou Lineu... Vai abrir um livro de gramática supergrosso e estudar até, não é mesmo?



 Escrito por Glauco Damas às 19h54
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O chassi do seu carro

Depois de sursis, logo pensei em escrever sobre a palavra chassi.

Muitas pessoas dizem o chassis. Você, leitor esperto que visita o blog Português Hoje, não vai mais errar. Diga o chassi. Simplesmente. Com s no final, ou seja, chassis, você está usando o PLURAL da palavra -- portanto, os chassis.



 Escrito por Glauco Damas às 01h05
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Sursis

I'm back!

Atenção, advogados! Outra mensagem especial para vocês!

A palavra escrita é sursis, mas pronunciem "sur", sem s no final. Combinado?



 Escrito por Glauco Damas às 18h30
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Eleitores!

Já que o assunto do momento é política, devido à morte de Leonel Brizola, vamos falar de voto.

O Lula foi eleito com milhões de votos, mas hoje a gente quase não acha quem votou para ele. (Mistério!...) A resposta à pergunta "Você votou para o Lula?" muitas vezes é "NÃO".

E não mesmo! Ninguém votou para o Lula. Nós votamos em uma pessoa.

Ela votou em Collor.
O povo votou no candidato menos desprezível.

Para é usado quando a referência é a cargo. Aí sim:

Ela votou para presidente.
Votei para deputado federal.



 Escrito por Glauco Damas às 21h26
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Minha filha é bacharel!

"Pois é, minha filha concluiu o curso de Direito. Como o tempo passou depressa! Ela já é bacharel!"

Em qual faculdade ela estudou??? Se foi em uma faculdade boa -- e reconhecida pelo MEC! --, sua filha é bacharela.

Ih! Feio, né? Mas o que podemos fazer? É o feminino...



 Escrito por Glauco Damas às 23h19
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Xôôôôôô, Coisa Ruim!

Antes diziam que era o Saddam Hussein... Agora dizem que o Bush é o Anti-Cristo.

Se ele é eu não sei... nem quero saber!  (Você sabe?) Uma coisa é certa: ele seria o anticristo. Assim mesmo, juntinho, sem hífen e com minúsculas.

Anti- admite hífen antes de h, r ou s.

anti-social
anti-horário
anti-rábico (referente à vacina, lembra?)

Nos outros casos, escreva tudo junto, mesmo que pareça estranho à primeira vista, como em antiinflação.

NOTA -- Você pode usar antissepsia e anti-sepsia / antisséptico e anti-séptico.

 



 Escrito por Glauco Damas às 19h29
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Erro médico?

"Consultei um médico e fiquei espantado quando ele disse que estou com problema no abdome. Não é abdômen?"

Tanto faz. O importante é TER um abdome/abdômen!



 Escrito por Glauco Damas às 18h46
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Já passei os faxes! (???)

Um fax, dois faxes, três faxes?

Agora há pouco, lendo o meu próprio blog, eu me lembrei de fax ao ver a mensagem sobre o plural de gravidez. (Veja mais abaixo.)

O plural de fax é... fax mesmo. Um fax, dois fax, três fax...



 Escrito por Glauco Damas às 16h41
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Quer casar comigo?

Na mensagem anterior (o uso dos porquês), usei algumas vezes o verbo casar. Alguém pode ter esta dúvida: "Por que ele não usou 'casar-se'?".

Casar ou casar-se, tanto faz -- desde que case!

Juliana vai se casar com Rodrigo.
Juliana vai casar com Rodrigo.
Eu me casei em 1975.
Eu casei em 1975.
Nós nos casamos naquela igreja.
Nós casamos naquela igreja.

 



 Escrito por Glauco Damas às 16h18
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Os porquês

Por que

Primeiro, o uso de por que — em duas palavras. Ele é mais comum como equivalente a por que motivo ou por que razão:

Por que ela foi embora?
Por que já não nascemos sabendo tudo?
Ela sabe por que desisti do casamento.
Veja por que é importante estudar inglês.

Note que, nas quatro frases, podemos usar por que motivo ou por que razão no lugar de por que. Muitas pessoas têm a falsa idéia de que o uso dessas duas palavras é válido apenas em perguntas. Observe de novo esta frase: "Veja por que é importante estudar inglês". Onde está a interrogação?

Por que também entra na função de pelo qual:

Eis por que não gosto de matemática.
Expliquei a ele a razão por que expulsei a filha da escola.

Imagine agora a primeira frase assim: "Eis a razão pela qual não gosto de matemática". A segunda frase: "Expliquei a ele a razão pela qual expulsei a filha da escola".

 

Por quê

Ah, agora é aquele separado e com acento! Ele é mesmo usado apenas no final de perguntas?

NÃO.

Em final de frase o que é tônico e, portanto, leva um acento:

Você não foi à escola?! Posso saber por quê?

Isso também acontece quando ele aparece antes de pausa forte:

Não me pergunte por quê, mas eu não gosto dela...
A polícia não sabe por quê, quando nem como o crime ocorreu.

 

Porque

Porque, agora em uma só palavra. Sem segredo: usado nos demais casos.

Sabe por que o deputado votou contra aquela lei?
Porque ele é um corrupto!

Não vou à escola amanhã porque amanhã é segunda-feira,
e eu odeio as segundas-feiras!

Interessante notar que esse porque pode ser usado também em orações interrogativas: "Você terminou o noivado porque ela não quis casar este ano?". Diferente seria se a pessoa perguntasse: "Por que você terminou o noivado?".

Veja esta outra possibilidade: "Por que você terminou o noivado? Porque ela não quis casar este ano?". Na primeira frase, a pessoa faz a pergunta, quer saber por qual motivo ele terminou o noivado. Na segunda frase, a pessoa se refere a um MOTIVO (será que ele terminou o noivado porque ela não quis casar este ano?).

 

Porquê

Aparecendo como "substantivo" ou sinônimo de motivo, razão ou causa, a palavra "porque" é acentuada:

porquê

Portanto, o acento não é privilégio de por que (em duas palavras). Exemplos:

Será que o uso dos porquês ficou um pouco mais fácil?
A polícia não entende o porquê de a moça ter defendido o seqüestrador.
Eis o porquê de tanta crise econômica.

 



 Escrito por Glauco Damas às 15h46
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Uma gravidez, duas...?

Pode parecer estranho, mas o plural de gravidez é gravidezes.

Ela teve duas gravidezes difíceis.



 Escrito por Glauco Damas às 01h13
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Subsistência

Depois de subsídio, convém falar de subsistência.

É a mesma coisa: som de S, não de Z. Portanto, pronuncie "sub'sistência". A pronúncia do verbo subsistir é "sub'sistír", e não "sub'zistír".



 Escrito por Glauco Damas às 18h22
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Subsídio

Peço atenção de novo especialmente aos advogados.

O segundo s em SUBSÍDIO tem som de S, não de Z. Não pronuncie "sub'zídiu"; o correto é "sub'sídiu".



 Escrito por Glauco Damas às 18h17
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Nobel

Há certa polêmica quanto à pronúncia de NOBEL (Prêmio Nobel de...). O assunto voltou esta semana, no Programa do Jô.

Ao contrário do que disseram lá, recomendo, com todo o respeito, esta pronúncia: "nobél".



 Escrito por Glauco Damas às 15h54
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Inobstante

Advogados, especialmente, prestem atenção.

Não usem a palavra inobstante. Opções:

não obstante
nada obstante



 Escrito por Glauco Damas às 15h51
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Huuuuuummmmmmmm.............................

Vocês viram, há poucos dias, nosso prisidenti falar "os repórti"? Isso em pleno Jornal Nacional!

Sem comentários.

Tudo tem limite.

Os repórteres devem ter rido...



 Escrito por Glauco Damas às 15h41
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Herrar é umano.

Observem a mensagem anterior, sobre erros na Veja. Registro meu respeito pela revista. Todos erramos. Condenável é não querer aprender, ou se sentir ofendido quando um erro é apontado. A vida é assim mesmo, gente, um constante aprendizado. Não houve nenhuma intenção de denegrir a imagem de tão importante revista.

Tenho dito! E quem for contra... cale a boca ou morra!

Ops! Perdão!  É que estou sintonizado na CBN (pela Internet), e, ao escrever a frase acima, a notícia era sobre o Bush. Sem querer eu me contaminei!...

Voltando ao normal: quem for contra, comente a mensagem. Com certeza a opinião será respeitada.



 Escrito por Glauco Damas às 02h34
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Quem é que está no volante???

A tecnologia da indústria automobilística evoluiu a ponto de fabricarem supervolantes acolchoados, para dirigirmos deitados (ou sentados...) neles?

Dependendo do ponto de vista, a manchete até pode fazer sentido: seria uma explicação razoável para o número de acidentes de trânsito no Brasil. Motoristas despreparados ou irresponsáveis no volante só podem mesmo causar desgraças! Estar no volante é estar em cima dele! Perigoso à beça!!! (Veja a mensagem anterior.)

A idéia de proximidade é dada com a preposição a, e não em. Por isso os motoristas imprudentes dormem ao volante (e não no volante), as pessoas educadas sentam-se à mesa (e não na mesa), repórteres competentes falam ao microfone (e não no microfone), passageiros animados viajam à janela do avião (e não na janela), pessoas civilizadas batem à porta antes de entrar (e não na porta)... Será que lá na Redação os jornalistas de tão boa e respeitada revista sentam-se na mesa para decidir como será a capa de cada semana?

O engraçado é que, na matéria, publicaram o quadro à direita. Repare no "Álcool ao volante". Por que então o erro na capa?

A revista, na mesma edição, errou também no título de outra matéria. Veja a foto abaixo.

Prefixos substantivados seguem as mesmas normas válidas para os substantivos. É errado, por exemplo, usar as múlti, quando se quer a palavra no lugar de "multinacionais". Portanto: a múlti, as múltis. Da mesma forma: as mínis, as máxis, os vices, os híperes (plural de híper), etc.

Agora você conclui o quê? Que o correto para o título da matéria seria "Fôlego às micros".



 Escrito por Glauco Damas às 02h28
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Tem gente sentando na mesa...

"Cara, nem acreditei quando a moça aceitou sentar na mesa comigo! Ela era linda!"

Desde quando pessoas EDUCADAS sentam na mesa??? Por favor, sente-se à mesa. É questão de educação...

A pessoa que está perto da mesa na verdade está à mesa. Dizer que está na mesa é estar literalmente em cima dela. Imagine a cena!

Empresários sentaram-se à mesa para conversar.
Na mesa havia papéis e canetas para anotações.



 Escrito por Glauco Damas às 02h16
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Ah, os garotos de rua!...

Você também tem muita dó dos garotos de rua? OK, ao contrário dos políticos, você é uma pessoa consciente. Prefira, no entanto, ter muito dó () dos garotos de rua.

Pegue um dicionário e consulte "dó". Você vai ver isto:

, s. m.

Substantivo masculino!



 Escrito por Glauco Damas às 01h18
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Sobressair-se?

Veja esta frase, copiada da mensagem anterior: "As ignorantes se irritam, acham que as pessoas que as corrigem querem 'aparecer', sobressair...".

Note que eu não escrevi sobressair-se. O verbo é apenas sobressair:

Meus filhos nunca sobressaem na escola.



 Escrito por Glauco Damas às 01h39
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Quem me corrige?

Fantásticas essas palavras do mestre Aurélio! (Sim, é aquele Aurélio do dicionário.)

Ninguém sabe tudo. Errar não é vergonhoso. Devemos aprender sempre, com humildade. Pessoas cultas admitem naturalmente um erro de português, e agradecem quando o erro é apontado. As ignorantes se irritam, acham que as pessoas que as corrigem querem "aparecer", sobressair...

Sou fã de máximas. O assunto me faz lembrar desta máxima de Nietzsche:

"A sabedoria é um paradoxo. O homem que mais sabe é aquele que mais reconhece a vastidão da sua ignorância."



 Escrito por Glauco Damas às 01h36
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Mais algumas informações...

Durante a parceria com o ZAZ, o endereço do S.O.S. Língua Portuguesa era www.zaz.com.br/soslinguaportuguesa. (Não adianta clicar no link: o endereço está fora do ar há um bom tempo.) Meses depois, criei um endereço próprio, que ficou muito conhecido: www.linguaportuguesa.com.br. (Neste você pode clicar, mas o site acessado nada tem que ver comigo. Transferi o endereço para um professor de português.)

Quer saber de outros sites meus?

Criei em 1997 -- e mantenho até hoje -- o Agatha Christie, a Rainha do Crime: http://expresso-do-oriente.sites.uol.com.br. E meu site pessoal você acessa neste endereço:

www.glaucodamas.com



 Escrito por Glauco Damas às 01h27
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De S.O.S. Língua Portuguesa a PORTUGUÊS HOJE

 

 

 

Decidi alterar o nome S.O.S. Língua Portuguesa para PORTUGUÊS HOJE.

A mudança reflete a comunicação moderna, cada vez mais ágil, dinâmica e globalizada. Os melhores textos são os "fáceis", simples, objetivos, que comunicam de imediato as idéias. Este blog pretende contribuir para "a difícil arte de escrever fácil".

Além da simplicidade, o bom-humor será mantido nesta versão. Bom-humor, afinal, foi um grande diferencial do site e ajuda a assimilar idéias.



 Escrito por Glauco Damas às 01h20
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O começo...

 

(Reprodução do logo antigo.)

Criei em 1998 o S.O.S. Língua Portuguesa. O site fez sucesso ao tratar da língua portuguesa com muita simplicidade e bom-humor. Já recebia um grande número de visitas quando chamou a atenção da escritora Leila Miccolis, e logo surgiu uma parceria com o site cultural dela, Blocos. A parceria com Blocos foi uma honra e me ensinou muito.

Meses depois, recebi do ZAZ (hoje, Terra) uma proposta de parceria. O site foi para a seção nacional Educação. Chegou a picos de 5 mil visitas por dia!

Depois de longas "férias", voltei com esse trabalho, agora sob a forma de blog -- muito conveniente para atualizar e manter uma deliciosa interatividade com os visitantes. Participem!



 Escrito por Glauco Damas às 01h04
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